Panamá renova acordo marítimo com China em meio a crise portuária

O governo do Panamá anunciou nesta segunda-feira (20) um acordo com a China para renovar um tratado que concede vantagens à frota panamenha em portos do gigante asiático.
O avanço acontece no momento em que o Panamá denuncia que seus navios estão sujeitos a controles mais rigorosos na China, depois que a Justiça panamenha anulou a concessão de dois portos próximos ao canal à empresa Hutchison, com sede em Hong Kong.
Após negociações em Pequim na semana passada, os dois países "vão proceder com os trâmites de renovação" do acordo, que vence neste ano, informou a chancelaria panamenha. O documento oferece vantagens como taxas portuárias preferenciais e trâmites mais ágeis aos navios com bandeira panamenha nos terminais chineses.
Segundo a imprensa local, cerca de 500 navios do Panamá foram detidos para inspeção em 2026, um número sem precedentes. O governo panamenho atribuiu esse aumento à pressão política de Pequim após a decisão judicial que anulou as concessões portuárias no começo do ano.
A decisão surge em meio a ameaças dos Estados Unidos de retomar o controle do canal, sob o argumento de que ele seria controlado pela China. Mas Pequim negou qualquer medida retaliatória e afirmou que cumpre a lei internacional para garantir a segurança das operações.
Lionel Messi disse que os argentinos não chegam com dinheiro ao "fim do mês" e o presidente Javier Milei respondeu antes da final da Copa. A declaração do jogador gerou repercussão nas redes sociais e foi comentada pelo mandatário argentino, que rebateu a fala do astro do futebol.
A troca de declarações ocorre em meio a um momento de grande expectativa no país, que se prepara para a decisão do torneio continental. Milei usou suas redes sociais para criticar a afirmação de Messi e defender as medidas econômicas de seu governo.