Quanto custa assinar todos os streamings em 2026 e onde a conta cai
Quanto custa assinar todos os streamings do Brasil em 2026 é conta que passa de trezentos reais por mês, e a maior parte desse valor paga catálogo que ninguém abre.

Um casal de Taguatinga imprimiu a fatura do cartão em agosto e circulou de caneta todas as cobranças de vídeo: eram sete, entre serviços de filme, de série, de esporte e de novela, somando R$ 312,60 no mês. Nenhum dos dois lembrava quando tinha assinado o quinto. Sentaram para decidir o que cortar e descobriram que três serviços não tinham sido abertos desde o Carnaval, e que os outros quatro cabiam em planos mais baratos.
No mês seguinte, a fatura veio com R$ 94,60 de vídeo.
Responder quanto custa assinar todos os streamings depende do plano escolhido em cada um, e as três somas de agosto de 2026 são estas. Nos planos básicos com anúncio, os oito principais serviços do país custam R$ 223,20 por mês. Sem intervalo, no padrão, a soma vai a R$ 299,20. Com mais telas e melhor imagem, no premium, chega a R$ 374,20. Entram na conta Netflix, Disney+, HBO Max, Prime Video, Globoplay, Apple TV+, Paramount+ e Mubi.
Por ano, a diferença entre a soma mais barata e a mais cara passa de R$ 1.800, e é nela que a maioria das famílias pode cortar sem perder catálogo.
Este texto mostra o preço de cada serviço nos três níveis, onde a conta engorda e onde ela cai. Traz a soma por plano, a comparação entre os serviços, o papel das plataformas gratuitas na conta, a assinatura anual, os erros de quem acumula, a ordem para revisar e as dúvidas frequentes.
Aqui estão as três somas, os oito serviços, os preços de agosto e a tabela comparativa. Entram o gratuito, o anual, os tropeços, a ordem para cortar, o custo por hora e as perguntas.
Quanto custa assinar todos os streamings, serviço por serviço
A Netflix cobra R$ 20,90 com anúncios, R$ 44,90 no padrão e R$ 59,90 no premium. No Disney+, os três degraus são R$ 29,90, R$ 49,90 e R$ 69,90; no HBO Max, a entrada repete o valor do Disney+ e os degraus seguintes ficam em R$ 44,90 e R$ 55,90. Já o Globoplay tem dois níveis, R$ 22,90 com intervalo e R$ 39,90 no premium. Plano único é o caso do Prime Video, a R$ 19,90, do Apple TV+, a pouco menos de trinta reais, e do Mubi, a R$ 34,90; o Paramount+ vai de R$ 34,90 a pouco menos de 45. Os valores são de agosto e mudam ao longo do ano, em geral para cima.
Em Taguatinga, o casal pagava quatro deles no nível mais caro sem usar mais de uma tela.
Não era o catálogo que custava caro; era o plano.
Onde o gratuito entra na conta
Parte do que as assinaturas entregam já existe sem mensalidade: canais ao vivo com anúncio, cinema nacional em catálogo público, o sinal das emissoras abertas pelo aplicativo e filme de acervo em canal oficial no YouTube. Quem quer saber o que dá para tirar da fatura sem perder hábito encontra na lista de melhor streaming gratuito do Diário da Manhã as dez plataformas legais de 2026, com o que cada uma exibe. Trocar um serviço pago pouco usado por uma delas fez a conta do casal cair pela metade antes de qualquer corte de plano, e sem ninguém sentir falta do que saiu.
Comparativo entre os três níveis
| Nível | Soma mensal | O que muda |
|---|---|---|
| Com anúncio | R$ 223,20. | Intervalo, uma ou duas telas. |
| Padrão | R$ 299,20. | Sem intervalo, duas telas. |
| Premium | R$ 374,20. | Quatro telas, imagem 4K. |
| Só os usados | Varia por casa. | Em geral, menos de cem reais. |
O plano anual e os combos
Dois serviços cobram menos de quem paga o ano adiantado: a Amazon deixa o Prime Video por R$ 13,90 mensais na anual, contra os R$ 19,90 da mensal, e o Globoplay cai para perto de R$ 16,90 no mesmo formato. Operadoras de celular e de internet embutem um ou dois serviços no plano, às vezes sem que o cliente saiba que já paga por eles, e há combos entre plataformas que juntam duas por um preço menor que a soma. A regra para não se enganar é uma: anual e combo só valem para o serviço que a casa abre toda semana, porque o desconto some se o catálogo ficar parado.
O custo por hora assistida
A conta que muda a decisão não é a mensalidade, é o preço da hora. Um serviço de R$ 44,90 aberto vinte horas no mês custa pouco mais de dois reais por hora; o mesmo serviço aberto duas horas custa mais de vinte. Foi assim que o casal descobriu que o quinto serviço, esquecido desde o Carnaval, tinha custado o equivalente a um cinema por semana sem ninguém ir. Medir a hora em vez do catálogo é o que separa a assinatura que fica da que sai.
Tropeços de quem acumula
O erro mais comum é assinar para ver uma série e esquecer de cancelar, como aconteceu com três dos sete serviços de Taguatinga. Vem depois pagar o premium para uma casa que usa uma tela. Segue manter dois serviços com o mesmo tipo de catálogo por hábito. Fecha a lista ignorar as plataformas gratuitas que entregam o que o serviço pouco usado entregava. O primeiro custa meses; o último custa a chance de zerar a conta.
Em ordem, para revisar a fatura
- Circular na fatura todas as cobranças de vídeo e somar.
- Marcar quais foram abertas nos últimos trinta dias e cancelar as outras.
- Rebaixar para o plano com anúncio os serviços usados em uma tela.
- Trocar o que sobrou de pouco uso por uma plataforma gratuita.
- Passar para anual só o serviço aberto toda semana.
O passo um foi o que o casal fez com a caneta, e o passo quatro foi o que mais pesou na fatura seguinte.
Quanto custa, no fim
Assinar todos os oito no nível de entrada custa 223 reais por mês; no topo, 374. Assinar só o que a casa usa, no plano certo, fica em geral abaixo de cem reais, e o que faltar costuma existir de graça. A diferença anual entre a soma completa e a soma revisada passa de dois mil reais, o que paga a internet da casa e ainda sobra. O casal saiu de 312 para 94 reais sem cancelar nada do que via, e a única mudança sentida foi o intervalo em dois serviços.
Perguntas frequentes sobre a conta
Quanto custa assinar todos os streamings em 2026?
Cerca de 223 reais por mês nos planos com anúncio, 299 nos padrão e 374 nos premium, somando as oito assinaturas mais usadas do Brasil, com valores de agosto.
Qual é o serviço mais caro?
O Disney+ no premium, a R$ 69,90. A Netflix vem a R$ 59,90 e o HBO Max a R$ 55,90 no topo.
E o mais barato?
O Prime Video, a menos de vinte reais no mensal e R$ 13,90 na anual. Entre os com anúncio, a Netflix, a R$ 20,90.
O plano com anúncio tem o mesmo catálogo?
Quase. Alguns títulos ficam fora por licença, e há intervalo. Para uma tela, é o corte que menos muda o uso.
Vale a pena pagar o ano adiantado?
Só para o serviço aberto toda semana. Prime Video e Globoplay dão o maior desconto nesse formato.
Dá para zerar a conta?
Para quem aceita catálogo antigo e intervalo, sim: canais gratuitos, cinema nacional público e o sinal das emissoras cobrem boa parte do uso.
Resumo
Quanto custa assinar todos os streamings se responde com três somas: de 223 reais nos planos com anúncio a 374 nos premium, passando por 299 nos padrão, para oito serviços. A conta cai medindo a hora assistida, rebaixando plano para casa de uma tela, cancelando o que não foi aberto no mês e trocando o pouco usado por plataforma gratuita. O casal de Taguatinga passou de 312 para 94 reais e continuou vendo tudo o que via.