quinta-feira, 08 de janeiro de 2026
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Eduardo Leite reassume governo do Rio Grande do Sul após férias

EM 6 DE JANEIRO DE 2026, ÀS 05:13

Na manhã do dia 5 de janeiro de 2026, o governador Eduardo Leite, do PSD, reassumiu o cargo no Palácio Piratini, em Porto Alegre, após 11 dias de férias. Durante sua ausência, o vice-governador Gabriel Souza, do MDB, e depois o presidente da Assembleia Legislativa, Pepe Vargas, do PT, estiveram no comando interino do Estado. A prática de transmitir o cargo ao presidente da Assembleia é uma tradição no início do ano, demonstrando uma “gentileza institucional”.

Leite agora inicia seu último ano de segundo mandato e não pode concorrer à reeleição nas próximas eleições. Ele ainda não definiu qual será seu projeto político. Ao retornar, ressaltou a importância do ato simbólico como forma de reforçar a lealdade entre os Poderes e o respeito às instituições democráticas. Em suas palavras, a possibilidade do presidente da Assembleia assumir provisoriamente as funções do Executivo simboliza a união, independentemente de diferenças partidárias.

Pepe Vargas, que pertence à bancada de oposição, também destacou a responsabilidade que sentiu ao assumir temporariamente a chefia do Executivo. Ele enfatizou a importância da colaboração entre os Poderes e garantiu que seu tempo à frente do governo foi tranquilo e seguiu a risca as diretrizes do governo eleito. Vargas mencionou um trágico acidente na BR-116, em Pelotas, que deixou 11 mortos, e comentou sobre a resposta integrada das autoridades, incluindo a Secretaria da Justiça, a Secretaria da Saúde e o Corpo de Bombeiros, prestando apoio às vítimas e suas famílias.

A cerimônia contou com a presença de diversas autoridades, incluindo a superintendente-geral da Assembleia Legislativa, Mari Perusso, e o chefe de gabinete da presidência, Roberto do Nascimento. Durante a ausência de Vargas como presidente da Assembleia, a função foi exercida interinamente pelo 2º vice-presidente, Vilmar Zanchin, do MDB. Pepe Vargas deixará a presidência em fevereiro, quando Sérgio Peres, do Republicanos, assumirá o cargo, seguindo o sistema rotativo que estabelece um ano para cada um dos quatro partidos mais representativos na Assembleia.

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